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Ser espiritual – O bem não é moda.

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Eu sou fissurada no calçadão de Copacabana da mesma forma que em Natal, como sou pelo morro do Careca e adoro caminhar na praia de Ponta Negra. Acho que o calçadão foi amor à primeira vista, já que a primeira vez que estive aqui (1988) fiquei em um hotel em Copacabana. Geralmente quando se vem a trabalho, uns 80% dos hoteis são conveniados com as empresas, então a preferência é aqui por ser mais fácil o acesso para o centro através de  ônibus, táxi fica mais barato e hoje só estação de metrô temos três (na época não tinha). E, o melhor quando você chega à noite pode dar uma passeada pelo calçadão para revigorar as energias, acredito que está explicado minha predileção.
Antes de vir transferida pra cá em nov1994, eu estava a trabalho e ia para um município do RJ. Passei só para dormir, deixei a  mala no hotel e fui caminhar, pois seria só pernoite, enquanto caminhava pensava, não vou vir morar aqui no Rio nunca (não por medo, mas por achar os apartamentos caros), mas se um dia for necessário, só moraria se fosse aqui em Copacabana. Três meses depois estava voltando para morar, rápido não!?. 
Comecei com essa entrada porque gosto de ler as crônicas de Manoel Carlos quinzenalmente, onde ele diz que as pessoas falam que ele só cita o Leblon, mas normal se ele mora lá. Tiro po mim, falamos mais de onde circulamos normalmente. Se eu morasse na Tijuca iria falar da Tijuca, seria conectandoRioNatal com as dicas do que fiz com os amigos, incluindo o bairro que morasse que poderia ser:  Tijuca, Grajaú, Meier, sei lá, enfim por onde eu morasse. E hoje, em especial quero citar um lugar muito narrado por ele em suas crônicas que é o café da livraria Argumento (o nome melhor não há, conversar com os amigos e escrever, depois) no Leblon. Tive a oportunidade de conhecer esse lugar através de uma pessoa iluminada que é o Flávio Rezende da casa do Bem, de Natal. Conto já em outros post aqui relacionados de como cheguei a ele, tudo começou virtualmente.
A mensagem do Flávio hoje tem tudo a ver com o propósito que estamos firmando e trazendo a mídia atual, sim porque o bem sempre existiu e as pessoas que fizeram e já partiram, sempre serão lembradas no coração, de cada um. Mas, atualmente é como se fosse uma moda, quem pensar assim que seja, que  essa moda pegue e que seja como um vírus de um computador sem precisar de vacina. Procurem sim, o antídoto para o mal. O post também é especial hoje, porque fui caminhar em Copacabana e quando chego leio o que escreveu o Flávio enquanto caminhava em Ponta Negra, então não deu outra é a conexão, entre as duas praias. Quem me dera um dia escrever assim como ele. Do meu jeito vou passando e deixando a minha mensagem. Meu sonho era ter alguém expert em câmara Cascudo que quisesse escrever para o blog. O Flávio, já tenho a permissão de transcrevê-lo aqui nesse espaço, trazendo diversos assuntos para que possamos refletir.

Agora que vi depois que coloquei as fotos. Da praia de Copacabana, as pessoas catando lixo com o visual lindo.  Vê-se o morro dois irmãos, no Leblon e a da praia de Ponta Negra ao fundo, o morro é do careca, lindo.

"O futuro da nossa civilização depende de que as pessoas compreendam que estão fazendo um bem a si mesmas quando aumentam sua cooperação, generosidade e amor."

Ken Keyes Jy. (1921-1995), psicólogo e escritor americano.

E como a mensagem a foto que copiei do texto do Flávio, tudo a ver.


BUSCANDO SEMPRE REMOVER O VÉU DA IGNORÂNCIA
Por Flávio Rezende*


Quem gosta de ler diversos textos sagrados diferentes vai percebendo, nesta importante e salutar jornada espiritual que, o “x” da questão do atraso em que estamos mergulhados, foi o distanciamento de nossa natureza divina em algum ponto de nossa estadia neste planeta.
São muitas colocações, versões, ângulos, dificultando a compreensão da realidade justamente por causa do foco das interpretações terem uma conotação de adesão, de torcida, de ego e de tentativa de cooptação.
Para tentar entender de onde viemos, o que estamos fazendo aqui e, o que vem depois, devemos nos despir das vestes do sectarismo e, procurar ajuda em todas as fontes, todos os textos além de mergulhar nos argumentos de todas as tendências.
Neste domingo de muita luminosidade na cidade do Natal, optei por uma caminhada pela praia de Ponta Negra e, depois por sentar numa daquelas cadeiras de plástico na beira da praia, onde comecei a manusear um livro escrito pelos mestres ascensionados.
Apesar da literatura dos mestres ser de difícil compreensão para os neófitos da espiritualidade, abri meu coração para o novo e mergulhei fundo no resumo dos acontecimentos, ficando claro que, na chegada de seres atrasados de outras estrelas e planetas para jornada evolutiva por aqui, no lugar de ocorrer o nivelamento por cima - uma vez que as raças aqui existentes experimentavam harmonia e expressavam pensamentos e ações divinos e corretos, fomos puxados para baixo, criando assim um véu de esquecimento de nossa verdadeira natureza EU SOU, proporcionando a partir daí um mergulho e uma crescente adesão ao que hoje chamamos de raiva, ódio, inveja, egoísmo e vícios diversos.
Recuperar nossa natureza divina e voltar a viver uma vida verdadeiramente feliz, expressando os valores humanos de maneira fácil, simples, sem esforço, naturalmente, é o grande desafio ao qual todos estamos submetidos.
Lendo todos os textos percebo que temos ajuda superior. É do interesse do Alto Comando que aceleremos o processo. Sei das dificuldades pelas quais passamos. Uma hora decidimos fazer isso e aquilo, mudar, não ligar para certas coisas, ser realmente mais espiritual, correto, minutos depois na primeira prova, tudo rui, agimos da mesmíssima maneira e nossa mente logo arranja velhos e surrados argumentos para que fiquemos felizes com os deslizes.
Depois de ler e sentir que os mestres falam a verdade ouvi um daqueles carrinhos de som reproduzindo uma música sem valor cultural nenhum, de letra ambígua e que remete a comportamento de sensualidade exacerbada. Ao redor todos expressavam felicidade e dançavam. Animados repetiam uma coreografia mais ou menos igual.
Comigo mesmo pensei, não devo e não posso julgar isso, mas, lá dentro de mim uma coisa ressoa: se ficamos felizes com coisas assim, imagina no dia em que sentirmos novamente dentro do nosso ser, a felicidade e o êxtase genuínos, de estarmos mais uma vez, sintonizados com Deus, com a real energia que deve nos mover para o alto.
Certamente, quando novamente pudermos sintonizar com o EU SOU, saberemos que não estamos mais separados do que chamamos de DEUS, pois sentiremos dentro de nós mesmos, que nós somos o próprio.

*É escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )

Assuntos relacionados ao Flávio Rezende.
Todas os posts que já fiz sobre ele e seu trabalho, admirável .

Caminhar em Ponta Negra e Copacabana
Cartas para Mel
Filhos melhores para o nosso planeta....Relato de um pai amoroso
Religião, quantas temos?
Inauguração da casa do BEM
A história do presente - CASA DO BEM

Fontes das fotos:
http://www.panoramio.com/user/2169010/tags/Natal%20-%20Rn (Praia de Ponta Negra, clicada pelo Walter Leite, um amigo que mora em Natal)
http://365diasqueacalmaramomundo.zip.net/arch2009-05-16_2009-05-31.html (Mutirão de voluntários recolhe lixo na Praia de Copacabana, leia mais abaixo e/ou link). Tenho uma amiga que tem uma pousada em Pipa e faz isso todos os dias na praia. Até hoje estou para postar sobre sua pousada já tenho até amigos, cariocas que ficaram lá, chegou a hora, pois a causa é justa e a pessoa, merece.

Informações atualizadas em 25/12/11

Hoje dia de Natal desejo tudo de bom e que o espírito natalino permaneça em pequenos atos do dia a dia e, não só no dia do nascimento do menino Jesus. Sendo assim insero a bela mensagem que a Mara minha amiga, em Pipa faz. Clique na Koala em Pipa.

 


A Praia de Copacabana (RJ) recebeu neste sábado(30) um mutirão para a limpeza da areia.
A ação teve a participação de voluntários de ONGs, banhistas, estudantes da rede pública e particular, entre outros. Quem estava na praia era convidado a participar.
A missão dos voluntários foi conscientizar as pessoas quanto a importância da limpeza e do reaproveitamento do lixo na praia e dar lições de cidadania e respeito ao meio ambiente.
O lixo da areia foi recolhido e 20 mil sacolas biodegradáveis e compostáveis, feitas à base de milho, foram distribuídas.
“Todo mundo deve levar a sacolinha quando for à praia. Poupa o nosso trabalho e melhora a praia porque, na hora de jogar o lixo, não joga no chão, joga na sacola”, afirmou a estudante Karina Borges.
Às vésperas do Dia Mundial do Meio Ambiente - dia 5 de junho – os voluntários, entre eles crianças e adolescentes, entregaram folhetos com orientações de como reciclar o lixo e cuidar mais do meio ambiente.
“O lixo tem que ser reaproveitado com coleta seletiva e tem várias outras saídas também”, explicou Gabriel Delman, de 10 anos.
Quase dois terços de toda a sujeira recolhida pelos voluntários não é degradável. O lixo coletado será reaproveitado pelas cooperativas de reciclagem.
O projeto foi realizado também nas praias de Ipanema, Barra da Tijuca, Recreio, Grumari, Sepetiba, Ilha de Paquetá e Saquarema, na Região dos Lagos.

 

 

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O que você passa a conhecer é o seu conhecimento na sua visão, então porque não passar a informação para o outro e a partir daí cada um terá sua própria visão, respeitando o conceito (pré-determinado ou não) de cada um.

 
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Acredito que o melhor nem sempre quer dizer custo alto, então, procuro dentro de minhas possilibidades fazer as minhas escolhas.... Sônia.

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