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ECOSOL em Copacabana, uma lembrancinha justa e legal...

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Economia Solidária (ECOSOL) em Copacabana. Leva uma coisinha (lembrancinha/mimo/presente) de lá, é justo....

Clique nas fotos para ler/ver melhor.

Só agora depois de minha volta da terra potiguar (Natal) é que vi o quiosque da Economia Solidária (ECOSOL) que foi inaugurado no calçadão de Copacabana desde 19/11, adorei os produtos expostos e não deu outra. A Alexandra que é a que está aqui comigo na foto trabalha junto a comunidade dona Marta com a cooperativa costurando ideais. Me deu umas ideias (pra quê! uma tentação, tanta coisa boa...) e eu fiquei alinhavando as ideias e quem sabe não invento de costurar (as ideias). É preciso tempo.
Os produtos estão expostos em um quiosque cedido pelo Banco do Brasil que fica localizado no calçadão da atlântica e fica em frente à rua Siqueira Campos, para os que não conhecem a rua Siqueira Campos é uma das ruas mais famosas de Copacabana, pois é onde fica a praça Serzedelo Correia, também muito conhecida como praça dos paraíbas (o famoso paraíba generalizado que inclui todos os estados nordestinos). Até eu me pego já dizendo a praça dos paraíbas ao invés da Serzedelo.  Ah e um dia desses eu estava dizendo o pessoal do norte, sendo o meu pessoal do nordeste. Meu Deus o que a convivência não faz, incorporamos os costumes.....Hoje eu rio, antes não gostava.
Cliquei aqui o meu sobrinho potiguar, Lazáro e esposa, Flavinha que estão em lua de mel no Rio de Janeiro. O banco em que eles estão sentados é de garrafa pet e com o desenho do calçadão.

E a carteira? Pela historinha que fiz, você descobriu o que era antes?

Belas agendas com papel reciclado usando na capa as paisagens do Rio de Janeiro.

O que é ECONOMIA SOLIDÁRIA?

É um jeito de fazer a atividade econômica de produção, oferta de serviços, comercialização,  finanças ou consumo baseado na democracia e na cooperação, o que  chamamos de autogestão.
Na Economia Solidária não existe patrão nem empregados, pois todos os integrantes do empreendimento (associação, cooperativa ou grupo) são ao mesmo tempo  trabalhadores e donos.
Quer conhecer e saber mais sobre economia solidária?

Clique nessa seção, você encontrará uma ampla listagem de textos relacionados com Economia Solidária, organizados por temas:

 

 

1) Acervo Geral

Seções Temáticas

2) Leituras Iniciais

3) Economia e Sociedade

4) Economia Solidária e Desigualdades

5) Autogestão e Subjetividade

6) Políticas e Ações de Apoio

Assuntos relacionados:

Um presente sob encomenda (Nossa Senhora)
Encontro de Economia Solidária, entre outros - Diagramação

Revolta dos 18 do forte de Copacabana – Siqueira Campos e Eduardo Gomes (aqui eu falo da rua Siqueira Campos, que é onde terminou a revolta dos 18 do forte)

Estátua do Dorival Caymi em Copacabana (Atualizei com a foto da nova estátua que substitiu a pedido do próprio escultor,  Otto Dumovich custeado pelo próprio. Parabéns)

Meia noite em Paris na Lagoa Rodrigo de Freitas - Cinépolis (muito bom observar a árvore do cine lagoon)

ps: Muita coisa a postar das exposições temporárias do forte de Copacabana  (Templo sagrado de Jerusalém e Preséprio Brasilsileiro, Sempre) aos presépios do Jardim de Alá e saindo de lá a árvore da Lagoa, show!. Ficou ótimo observar a árvore através do cine lagoon.

Informações atualizadas em 10/11/11

ps1: Meu sobrinho vai encerrar sua lua de mel no Rio de Janeiro (amanhã voltam a vida real em Natal, para assumir o mundo dos casados com a rotina real, trabalho/casa,etc... Desejo tudo de bom..) com o show Gospel no aterro do flamengo, estão adorando a programação. A lua de mel é deles e o programa também. A tia optou por um programa mais light, quero assistir ao filme Redy, a construção da utopia.

ps2: Um outro programa que todos fizemos pela primeira vez foi assistir  uma ópera. E, a nossa foi nada mais nada menos que o Castelo do Barba Azul. Leia os comenátios do Jorge Fortunato do blog Acabou o Caviar? É um blog cultural muito bom e ele entende do assunto, ópera. Eu, antes de ir ao teatro li os seus comentários.

Fontes:
http://viniciusassumpcao.blogspot.com/2011/11/inaugurado-o-quiosque-do-rioecosol-em.html (um blog que encontrei falando do quiosque da Ecosol)
http://cirandas.net/soltec_ufrj
www.soltec.ufrj.br
http://www.fbes.org.br/

Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. '; document.write( '' ); document.write( addy_text64682 ); document.write( '<\/a>' ); //--> Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

http://www.ecosol.org.br/

http://www.esperancacooesperanca.org.br/ ("muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da terra" - Provérbio Africano que está na página inicial desse site)

"Não sei quem é o autor dessa coisa...
Só sei que essa coisa é uma coisa boa de ler..."

Quer ler? Clique em leia mais....

http://pensador.uol.com.br/usamos_as_pessoas_e_amamos_as_coisas/ (o pensador sobre Usamos as pessoas e amamos as coisas)

Informação atualizada em 15/12/11

Hoje é o dia nacional da economia solidária e em leia mais tem na integra tem a mensagem  da Coordenação Executiva do FBES - Fórum Brasileiro de Economia Solidária e equipe técnica do CIRANDAS

Informações atualizadas em 16/02/12

Hoje fui ao bairro da Gardênnia (vizinho a cidade de Deus) conversar e conhecer mais as pessoas envolvidas na rede ECOSOL e como valeu a pena. Conheci (mais) uma pessoa iluminada com a alma milionária, muito bom, cada vez mais cito o Fernando Pessoa. "Tudo vale a pena quando a alma na pequena". Plantando a semente para germinar muitos frutos (juntos, em rede). Se Deus quiser.

"Coisa"
A palavra "coisa" é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português.
A natureza das coisas: gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar". E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?".
Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio. "E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios" (Riacho Doce, José Lins do Rego). Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha.
Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: "Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já." E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha.
Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943. A Coisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.
Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem, que lá é chamado de "a coisa". A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz:"Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!".
Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...)". A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro."Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca." Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim!
Coisa de cinema! A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o seu Coisa no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70. E no programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira faz o personagem "Coisinha de Jesus".
Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira "coisíssima". Mas a "coisa" tem história na MPB. No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré ("Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar"), e A Banda, de Chico Buarque ("Pra  ver a banda passar / Cantando coisas de amor"),que acabou de ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou.         Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas:"Coisa linda / Coisa que eu adoro".
Cheio das coisas. As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração, Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração. Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o "rei" das coisas. Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas.
Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade (afinal,"são tantas coisinhas miúdas"). Já para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade ("ô coisinha tão bonitinha do pai"). Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal. "Esse papo já tá qualquer coisa...Já qualquer  coisa doida dentro mexe." Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano, que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem."
Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar. Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal. O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques. Ocheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral. Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: "Agora a coisa vai." Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas!
Coisa à  toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer, um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa".
Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas?
Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más.
Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda. Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento: "amarás a Deus sobre todas as coisas".

ENTENDEU O ESPÍRITO DA COISA?

Na íntegra a mensagem:

Olá amiga ou amigo que participa do CIRANDAS,

Hoje, dia 15 de dezembro de 2011, é DIA NACIONAL DA ECONOMIA SOLIDÁRIA!

Neste dia especial, temos o prazer de anunciar que o CIRANDAS acaba de ultrapassar a marca de 5 mil usuários cadastrados!

Sim, além de você, há milhares de outras pessoas que estão nesta grande ciranda coletiva, nesta grande rede virtual da Economia Solidária!

Para comemorar, lançamos hoje uma novidade para os 22 mil empreendimentos cadastrados no Cirandas: a nova vitrine de produtos e ofertas da economia solidária!

Esta nova vitrine dá mais destaque às fotos, e permite que o consumidor saiba mais detalhes sobre o produto, as promoções, e até mesmo conhecer as matérias primas e a composição do preço! Assim, aproximamos ainda mais a sociedade de cada um dos empreendimentos solidários: é a aproximação entre o consumidor e o produtor! Confira um exemplo em http://cirandas.net/catalog/art-gravata .

Se faz tempo que você não acessa o Cirandas, vai lá que tem um montão de novidades! A interface está mais agradável e tem mais funcionalidades e melhorias nas que já existiam, tais como o sala de bate-papo nas comunidades, os videotutoriais, o mural de atividades e de recados, ferramenta para reportar abuso, ferramenta para espelhar o seu blog do blogspot ou de outros blogs externos no Cirandas, entre outras.

Em 2011 começamos também a formação dos Pontos de Apoio Cirandas. Estes Pontos são pessoas, organizações e telecentros que vão dar apoio para que os empreendimentos solidários ativem seus sites e possam fazer suas vitrines e contar sua história e forma de funcionamento para o mundo através de seus sites gratuitos no Cirandas. Se você tem interesse em se tornar um Ponto de Apoio Cirandas, não hesite em entrar em contato conosco, através do e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

E muita novidade vem aí até fevereiro de 2012! Veja algumas delas:

  • Vai ao ar a Vitrine Nacional de Produtos e Serviços da Economia Solidária! Agora será muito mais fácil para você encontrar produtos e serviços da Economia Solidária. Será possível fazer filtros por região, por tipo de produto, ver quais são orgânicos, artesanais, indígenas, do comércio justo ou de mulheres!
  • Cesto de compras virtuais: O empreendimento solidário poderá, a partir do final deste ano, ativar o cesto de compras no seu site do CIRANDAS. Com isso, qualquer consumidor poderá não só ver os produtos da vitrine como já fazer seus pedidos pela internet!
  • Coletivos de Consumo: Graças à iniciativa de vários Coletivos de Consumo de todo o Brasil, o Cirandas vai oferecer gratuitamente uma potente ferramenta de gestão de grupos coletivos de consumo. Você e um grupo de consumidores poderão organizar a lista de compras semanais, saber o saldo de cada um, e permitir uma agilidade e facilidade de relatórios e acompanhamento do andamento do grupo!
  • Farejador de Oportunidades: Cada empreendimento solidário terá acesso a um poderoso mapa, em que poderá encontrar na economia solidária os fornecedores de matérias primas e os compradores para seus produtos e serviços.


Estes são apenas alguns exemplos do que nos aguarda em 2012. Tem muito mais coisas vindo por aí!

As suas ideias, sugestões e críticas são fundamentais para que possamos identificar falhas e melhorarmos esta ferramenta que é nossa, do movimento de Economia Solidária, e que portanto tem que ter a nossa cara, e servir na nossa luta por uma outra economia e outro modelo de desenvolvimento para o Brasil. Sua participação é fundamental!

Feliz dia da Economia Solidária!

Este é um dia para nos lembrar do que nos move, o que nos transforma, e como a economia solidária muda nosso jeito de ser, de consumir, de produzir e também o modelo de desenvolvimento do país. Sim, queremos um país em que a vida esteja acima do lucro, em que a cooperação seja a mola propulsora da sociedade. Em que a economia esteja nas mãos de todas e todos nós, cidadãos e cidadãs.

Economia é todo dia! A nossa vida não é mercadoria!

Saudações Solidárias,

Coordenação Executiva do FBES - Fórum Brasileiro de Economia Solidária

e equipe técnica do CIRANDAS

 

 

 

Comentários  

 
0 #3 MarcelBig 2019-01-05 08:40
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0 #2 2013-03-06 23:22
Presido uma Cooperativa que fabrica a Mistura a base de farelo, cereais e folhas, participei das primeiras oficinas da ECOSOL em Volta redonda, gostaria de poder contar com o apoio para venda do produto no Rio, uma vez que tem muitas pessoas que querem adquirir e pelo correio fica muito caro, se puder contar com vocês vai ser muito importante, aguardo um contato, nosso telefone é 24 3337 2950,
Um abraço.
Luzinete
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+1 #1 2011-12-11 11:01
Sônia
Que bom que vocês foram conferir a montagem de "O Castelo do Barba-Azul", que ótima estreia! Esta produção não ficou nada a dever a montagens realizadas fora do BRasil, tudo muito sofisticado e de bom gosto! Obrigado por citar Acabou o Caviar?.
Um abraço e ótimo Natal
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O que você passa a conhecer é o seu conhecimento na sua visão, então porque não passar a informação para o outro e a partir daí cada um terá sua própria visão, respeitando o conceito (pré-determinado ou não) de cada um.

 
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