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Elis, a Musical

 

Mais um ótimo musical que assisti recentemente, o musical biográfico da nossa eterna Elis Regina, Elis a musical. Um tributo à cantora Elis Regina (1945-1982). Quero assistir ainda Chacrinha, quem levar o ingresso do canhoto desse espetáculo tem 50% desconto. .

Na enorme leva de musicais biográficos que vêm sendo produzidos no Brasil, este emocionante e tecnicamente impecável tributo à cantora Elis Regina (1945-1982) ocupa lugar de destaque ? e eleva o padrão pelo qual o público vai julgar os próximos espetáculos do gênero. Escrito por Nelson Motta (grande amigo da homenageada) e Patrícia Andrade, o texto não mexe em time que está ganhando: como tem sido hábito nesse tipo de montagem, investe na exposição cronológica de fatos marcantes da vida da personagem. Do primeiro teste na rádio à consagração nacional, dos conflitos com o regime militar aos casamentos conturbados com Ronaldo Bôscoli e, depois, Cesar Camargo Mariano,

Leia mais em Veja Rio.

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Fontes:

http://vejario.abril.com.br/materia/teatro/elis-a-musical/?gclid=CKun3J-Sr8ICFWNk7AodeUQA9A

www.vagalume.com.br/elis-regina/

https://www.letras.mus.br/elis-regina/

http://www.ebc.com.br/cultura/2015/03/elis-regina-70-anos

 

 

Ópera do Malandro

 

Depois de um tempo sem acrescentar nada ao blog, estou aqui voltando (aos pouquinhos) com um ótimo musical.

Assisti recentemente em comemoração aos setenta anos de Chico Buarque o musical  "Ópera do Malandro"   quase quarenta anos após sua estreia original.

‘Eis o malandro na praça outra vez...’

Depois de abrigar musicais nacionais como “Tim Maia”, “Cazuza” e “O Grande Circo Místico”, o Theatro Net Rio segue apostando em autores nacionais e receberá a partir do dia 8 de agosto a nova montagem do musical “Opera do Malandro”, texto clássico de Chico Buarque ,com direção de João Falcão.

Talvez a obra mais emblemática da carreira de Chico Buarque, a ‘Ópera do Malandro’ já pode ser considerada um clássico do teatro musical brasileiro. Quase quatro décadas após a estreia original (1978), o malandro – como diz uma das célebres canções – surgirá na praça outra vez em uma nova montagem, com direção de João Falcão.

A atual versão terá elenco basicamente masculino, com uma única atriz, Larissa Luz. O cantor Moyseis Marques fará Max Overseas e o grupo de atores que se formou em ‘Gonzagão – A Lenda’ vai se reencontrar em cena para dar continuidade à pesquisa sobre musicais brasileiros e à parceria com João Falcão.

Inspirado em ‘A Ópera do Mendigo’ (1728), de John Gay, e em ‘A Ópera dos Três Vinténs’ (1928), de Bertolt Brecht e Kurt Weill, o musical conta a história do contrabandista Max, que casa em segredo com Teresinha, filha de Duran, poderoso dono de bordéis e cabarés da Lapa dos anos 40.

Leia mais sobre o espetáculo no site do teatro Net Rio.

 

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Fontes:

http://www.theatronetrio.com.br/programacao/200/%C3%93PERA%20DO%20MALANDRO.html

 

 

Ela

Sinopse e detalhes

Theodore (Joaquin Phoenix) é um escritor solitário, que acaba de comprar um novo sistema operacional para seu computador. Para a sua surpresa, ele acaba se apaixonando pela voz deste programa informático, dando início a uma relação amorosa entre ambos. Esta história de amor incomum explora a relação entre o homem contemporâneo e a tecnologia.

O drama Ela parte da história curiosa de um homem que se apaixona por uma máquina. Este mote foi amplamente discutido, defendido por alguns e ridicularizado por outros, desde que o diretor e roteirista Spike Jonze anunciou o projeto à imprensa. Felizmente, o filme não se esgota nesta ideia criativa. Ele retrata as novas configurações do amor de maneira geral, e consegue transformar o relacionamento entre o escritor Theodore (Joaquin Phoenix) e o sistema operacional Samantha (Scarlett Johansson) em um dos mais belos romances que o cinema construiu no século XXI.

Quer ler mais a crítica do Bruno Carmelo, clicando no link adoro cinema.

Fonte:

http://www.adorocinema.com/filmes/filme-206799/

 

 

12 anos de escravidão

Sinopse e detalhes

1841. Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) é um escravo liberto, que vive em paz ao lado da esposa e filhos. Um dia, após aceitar um trabalho que o leva a outra cidade, ele é sequestrado e acorrentado. Vendido como se fosse um escravo, Solomon precisa superar humilhações físicas e emocionais para sobreviver. Ao longo de doze anos ele passa por dois senhores, Ford (Benedict Cumberbatch) e Edwin Epps (Michael Fassbender), que, cada um à sua maneira, exploram seus serviços.

12 Anos de Escravidão chega aos cinemas aproximadamente 126 após a abolição da escravatura no Brasil, que ocorreu com a Lei Áurea de 1888. Os Estados Unidos acabaram com a escravidão algumas décadas antes, em 1863, mas em um processo bem mais conflituoso, que gerou uma guerra que dividiu o país. 1863 e 1888... faz tanto tempo que era de se esperar que o racismo não fosse um problema ainda tão presente em nossa sociedade. É claro que melhorou, como mostra a eleição de um afrodescendente para o posto de presidente dos EUA, mas situações como a do jogador de futebol Tinga, que ouviu a torcida peruana imitando macacos toda vez que tocava na bola em um jogo pela Libertadores 2014, ou do negro agredido, despido e acorrentado em um poste no Rio de Janeiro, mostram porque trata-se de um filme muito atual. E que merece ser assistido.

Que ler mais a crítica do Lucas Salgado clique no link adoro cinema.

Fonte:

http://www.adorocinema.com/filmes/filme-196885/

 

 

Noé

Sinopse e detalhes

Noé (Russell Crowe) vive com a esposa Naameh (Jennifer Connelly) e os filhos Sem (Douglas Booth), Cam (Logan Lerman) e Jafé (Leo McHugh Carroll) em uma terra desolada, onde os homens perseguem e matam uns aos outros. Um dia, Noé recebe uma mensagem do Criador de que deve encontrar Matusalém (Anthony Hopkins). Durante o percurso ele acaba salvando a vida da jovem Ila (Emma Watson), que tem um ferimento grave na barriga. Ao encontrar Matusalém, Noé descobre que ele tem a tarefa de construir uma imensa arca, que abrigará os animais durante um dilúvio que acabará com a vida na Terra, de forma a que a visão do Criador possa ser, enfim, resgatada.

No princípio, não havia nada. A história de Noé começa no gênesis, bem antes da famosa reunião dos animais antes do dilúvio divino, de forma a associá-lo ao pecado original. É no furto da maçã proibida que começa a realidade sombria, onde os descendentes de Caim resultaram numa civilização violenta e egoísta. Para “limpar” a Terra, veio a enorme enxurrada que cobriu os continentes. Um novo início, uma purificação, que traz consigo a instigante pergunta: há espaço para a humanidade nela?

Quer ler mais a crítica de Francisco Russo clique no link adoro cinema.

Fonte:

http://www.adorocinema.com/filmes/filme-194938/

 

 


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O que você passa a conhecer é o seu conhecimento na sua visão, então porque não passar a informação para o outro e a partir daí cada um terá sua própria visão, respeitando o conceito (pré-determinado ou não) de cada um.

 
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