conectando rio natal

  • Aumentar tamanho da fonte
  • Tamanho da fonte padrão
  • Diminuir tamanho da fonte
Principal

“Rio de Janeiro a Dezembro” e “Sem Fronteiras”

E-mail Imprimir PDF

Continuando sobre minha ida ao forte de Copacabana fui ver as duas exposições maravilhosas que cliquei alguns quadros aqui, pena que não dava mais tempo de ver outra que era “memória do Rio antigo", mas essa vai até 31 de julho, vou voltar. 
A primeira exposição que vi tem tudo a ver com o que gosto de fazer, observar.  E o tema  “Rio de Janeiro a dezembro”, são obras da artista plástica e arquiteta Delia Vianna e retratam o movimento da cidade do Rio de Janeiro, o ir e vir de pessoas circulando pelo Rio a pé ou em transportes, passeando, curtindo a cidade e aproveitando a sua hospitalidade e sua beleza natural.

Delia aproveita para explorar uma visão volumétrica, paisagística e cheia de cores da cidade em suas obras. Quem visita à mostra pode observar o contraste das edificações, o movimento do final de um dia de trabalho ou de compras no centro da cidade, o bondinho de Santa Tereza abarrotado de pessoas, as crianças e os turistas na praia do Leblon. Os temas apresentados são marcados pelo espírito alegre e carioca da artista, aliado à arte que cultiva desde a adolescência.
Nos quadros que cliquei aqui em especial os garis, falei para ela que só faltou o Renato Sorriso, perfeito. Quem não sabe quem é o Renato Sorriso já postei no Dia do Trabalho - 15 anos de Rio de Janeiro . Veja lá que tem a foto dele.  Da Délia além das Garis, tem a Zezé Mota * (ver ratificação) só não ficou perfeita porque eu não cliquei legal, ficou trêmula. Ao ver o quadro você pensa que é uma fotografia. O bondinho de Santa Tereza e a praia de Copacabana, não poderia deixar de fora.

Quem é Delia Vianna
Nasceu no Rio de Janeiro em 17 de maio de 1954. Desde cirança mostrou aptidão pelo desenho, o que praticava constantemente. Aos 14 anos apresentou interesse pela pintura e recebeu seu primeiro prêmio num salão de artes plásticas. Desde então buscou o conhecimento das técnincas da pintura som Sônia Meirelles, Antenor Finatti, Dario Silva e João Medeiros. Sua aptidão pela arte e estética a levou à arquitetura, na qual se formou em 1982, exercendo a profissão até hoje. Em 1990 sua dedicação à pintura se tornou maior, incentivada pelos mais de 50 prêmios recebidos em sua carreira. Realizou várias exposições individuais e possui obras em vários acervos públicos e particulares.

Suas técnicas de preferência são acrílica sobre tela, óleo sobre tela e técnica mista.

Fonte: trasncrevi do folder que ela me deu. Seus e-mails Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. / Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Ela me diz que na sala vizinha é a exposição de seu esposo, foi o que fiz, fui ver "sem fronteiras" de Said Ahmady, nascido em Teerã que é carioca por opção. Não é a toa que a exposição é sem fonteiras mesmo, além de uma casal ainda uma mistura pacifica com as cores e alegria da arte, muito legal.
A relação entre Rio/Natal aqui nas artes plásticas lembrei de um artista já postado aqui, o Roosevelt  que pintou o passáro Tangará (meu primeiro quadro de valor que comprei), citado no post Tangará (RN) – Cidades pássaros... . A relação entre o Said é que ambos são autodidatas e acho o máximo quem consegue fazer as coisas aprendendo sozinho, eu não consigo!. Com certeza se pudesse teria comprado um dos quadros expostos, mas não posso comprar tudo que vejo e nem tenho parede para tanto, um dia quem sabe.... Eles pintam que o resultado parece uma fotografia, incrível aqui na galeira virtual http://www.sahmady.com/galeria.html do Said têm uns cavalos lindos, parece uma fotografia, igual ao Tangará e os negrinhos do Roosevelt (aqui tem a preta bonita do Said), perfeitos. Olha a perfeição do quadro o velho restaurador, parece mais uma fotografia, imagina pintar esse quadro com todo essa perfeição do tapete!. E, ainda cliquei o emaranhado de letras.
Ps1: Desde que iniciei o blog mesmo sem conhecer nenhum artista plástico eu queria sempre fazer a ligação entre as duas cidades, mesmo sem conhecer arte e do meu jeito vou fazendo a relação. Ainda bem que não entendo senão começaria a ser cri-cri de mim mesma, pensando estou falando besteira (posso até estar) e , com isso você vai se boicotando. Então, que bom que meu hobby está nem aí para críticas. Por isso que gosto dele e repito não é uma obrigação é um prazer....E, eu gosto do que estou fazendo. Sabe aquele sensação máxima de autonomia é o que sinto e gosto disso.
Sobre Said Ahmady
Nascido em Teerã, Said Ahmady é carioca por opção. Seu interesse pela arte começou ainda menino ao pintar aquarelas, e um pouco mais tarde ao produzir serigrafias em sua terra natal. Na pintura é um autodidata. Descobriu sua paixão pela técnica quando se mudou para o Brasil em 1983, período em que sau país passava por um uma guerra e transformações políticas profundas.
Desde 1989, expõe seus trabalhos em espaços culturais, galerias e salões de arte. Bastante premiado, seu trabalho passou por diversas transformações até chegar ao estilo que é sua característica mais presente: o orientalismo.


Sobre a exposição “Sem Fronteiras”

As obras retratam desde sua origem persa e sua cultura milenar, com valorização pela história e tradição do seu povo, até uma busca por novas formas de expressão de um cotidiano que passou a fazer parte do seu mundo, em terras brasileiras. O artista, autodidata, revisita o orientalismo que invadiu o século XIX europeu, como se nos convidasse a viajar para terras tão distantes e nos encantar com as figuras e vestimentas árabes, as odaliscas, os músicos e seus instrumentos, a viajar pelos ambientes desconhecidos para nós como os haréns, a conhecer os mercadores, a vida e tradição daquele povo.
De sua origem persa, faz-nos encantar não só com os tecelões e seus tapetes, mas com a fartura das frutas, a diferença das estações e das paisagens por onde andou. Nos mostra a beleza das letras curvilíneas sugerindo a existência de uma música fazendo-as se mover. De sua paixão pela vida e liberdade de pensamento nos faz admirar pessoas simples ou mesmo personalidades indiferentemente de povo ou raça, religião ou forma de vida, retratados em técnicas como pastel seco, o óleo sobre tela e o óleo sobre veludo – suporte tipicamente oriental.
Da mesma forma, apaixonado, homenageia o Brasil, a fotografia, a beleza da natureza, valorizando o povo simples trabalhador e a beleza da figura feminina. Nesta terra, onde brilham o sol e o espírito de liberdade do povo, o artista se encanta com as imagens que vê e as reproduz em grandes telas, reverenciando o país que escolheu para viver e desenvolver seu trabalho.
Sem pretensões além de expressar o que vê e sente prazer em retratar em suas telas, esse artista vive sua liberdade de escolher a técnica em que deseja pintar, sem se prender a tema específico.
Esta exposição nos mostra que a característica deste artista é a diversidade, a busca pela expressão do seu talento através de bastões e pincéis, pintando qualquer personagem, qualquer objeto ou qualquer lugar, fazendo da poesia que permeia seus caminhos em seus dois mundos se transformar em arte. Sem fronteiras…
Conheça através das fontes a sua galeria virtual, cada quadro mais bonito que o outro.

Informações atualizaias às 16:50hs: Ratificando.

Após o post enviei para Delia e ela me agradeceu muito pela iniciativa espontânea, já que fui pesquisar na internet mais sobre eles para postar aqui. Ratifico aqui que o  quadro da Zéze Mota não é dela é do Said e se eles gostaram do meu post eu fiquei muito satisfeita. Satisfeita com a resposta da minha "pesquisa/hobby", estou feliz da vida. Tudo vale a pena quando você faz querendo (sem imposição) e acreditando...

(*) Compartilho aqui o teor da mensagem para ratificar:

Gostamos muito  do post e gostaria de mencionar que iniciativas como a sua não só ajudam os artistas a divulgar seus trabalhos mas também instigam as pessoas a buscar conhecer a arte  mais de perto e com isso adquirir mais cultura.
Seu interesse a partir de uma pesquisa na Internet ( a exposição de Paraty) culminou com esse presente que nos deu, graciosamente e tão expontâneamente!
Há uma pequena observação sobre uma obra postada que é o retrato da Zezé Motta que não é minha.
A obra é de autoria do Said
(já  pertence a própria Zezé que fez questão que ficasse exposta na exposição Sem Fronteiras - do Said). É uma pintura em óleo sobre veludo - técnica que é uma especialidade dele. Acredito que seria interessante ratificar no texto.

Fontes:
http://santatrindade.com/2011/03/exposicao-do-artista-plastico-said-ahmady/ (Sobre o Said Ahmady)
http://www.sahmady.com/galeria.html (galeria virtual do Said Ahmady)
http://www.paratyonline.com/jornal/2011/03/eventos-em-paraty-cultura-inauguracao-exposicao-artista-plastico-said-ahmady/
http://www.feambra.org/detalhe.php?codigo=198 (exposição de Delia Vianna)

 

Comentar

@co.mailboxxx.net


Código de segurança
Actualizar

Sou Curiosa

O que você passa a conhecer é o seu conhecimento na sua visão, então porque não passar a informação para o outro e a partir daí cada um terá sua própria visão, respeitando o conceito (pré-determinado ou não) de cada um.

 
Pensando em viajar

"Tenho o mais simples dos gostos, me contento com o melhor" Oscar Wilde.

Acredito que o melhor nem sempre quer dizer custo alto, então, procuro dentro de minhas possilibidades fazer as minhas escolhas.... Sônia.

Links com fins sociais:

Casa do Bem
Fazer o bem sem olhar a quem...
ADOTE-RN
Associação de orientação aos deficientes

Meio Ambiente

Me siga também... TWITTER
Twitter @rionatal.

Estatísticas

Visualizações de Conteúdo : 1411960