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A Grande Beleza

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O filme a grande beleza me transportou para a minha viagem que fiz recente (setembro2013) a Roma. É muito interessante passar por toda aquela história. Achei o coliseu incrível e me emocionei ao ver aquele monumento. Os palácios e igrejas nem se fala.
Fiz meu primeiro passeio a Europa e espero que tenha sido o primeiro de mais algumas vezes que possa ou tenha oportunidade de voltar. Roma, Paris e Lisboa foram as três cidades que mais gostei e quero voltar, pois é preciso voltar com mais calma, sem ser em excursão, a vantagem da excursão para quem vai pela primeira vez é pelo fato de ter um guia. Mas,  é muito corrido, de qualquer forma para uma primeira vez valeu a pena. voltar nos mesmos lugares, em excursão, não pretendo mais.
Leia a sinopse do filme em artigo da vejario.
Paolo Sorrentino tem 43 anos e a maturidade dos experientes cineastas. Diretor de Il Divo (2008), infelizmente inédito no Brasil, e de Aqui É o Meu Lugar (2011), ele se supera em todos os quesitos na realização de A Grande Beleza, o longa-metragem indicado pela Itália para concorrer a uma vaga no Oscar. De uma plasticidade estupenda, o filme traz um recorte da alta sociedade de Roma, dominada pela breguice e por uma intelectualidade de botequim. Concentra-se em Jep Gambardella (o excelente Toni Servillo) a síntese da decadência. Irônico e ácido, Gambardella, aos 65 anos bem vividos e autor de um único livro, faz entrevistas esporádicas para uma revista e mora numa magistral cobertura em frente ao Coliseu. Orbitam em torno dele poucos amigos e muitos sanguessugas. Perambulando por festas, chega a trocar a noite pelo dia. Gambardella, como ele mesmo diz, não se obriga a fazer o que não quer. Solteiro e sem filhos, está cansado e sente o peso da idade ao descobrir que uma namoradinha da juventude se casou com outro, mas era apaixonada por ele. As referências de Sorrentino são ora evidentes, ora implícitas. O filme possui o clima onírico das fitas de Fellini e uma alusão ao personagem de Marcelo Mastroianni em A Doce Vida. Violência e Paixão, de Visconti, está entranhada na solidão do protagonista. Além de afiadíssimo nos diálogos, Sorrentino capta o esplendor de Roma ao penetrar com sua câmera em palácios e em passeios por ruas desertas. Trata-se de um raro casamento entre a beleza da arquitetura e a riqueza das palavras. Direção: Paolo Sorrentino (La Grande Bellezza, Italia/França, 2013, 142min). 14 anos. Estreou em 20/12/2013.

Fontes:
http://vejario.abril.com.br/arte-e-cultura/cinema/filme-a-grande-beleza-764235.shtml

 

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