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Circo Marcos Frota Show - Palhaços

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Depois de mais de 20 anos que não ia ao circo, fui recentemente, em Natal ao Circo Marcos Frota Circo Show. E, para mim uma das melhores coisas do circo é o palhaço, muito legal ver no rosto das crianças o sorriso.
O Grande Circo Popular do Brasil (Marcos Frota Circo Show) é um empreendimento vitorioso. Apresentamos aqui as razões desse sucesso artístico e empresarial. Em alguns pontos, nossos projetos podem se tocar; e é na expectativa dessa possibilidade que abrimos o Grande Circo Popular do Brasil (Marcos Frota Circo Show) para um olhar em conjunto. Grande Circo Popular do Brasil Não há registro na história da humanidade de algo com maior capacidade de fascínio e permanência do que o circo. Nas crianças, estimula o espírito lúdico, o sonho, a fantasia, o encantamento; Nos adultos, reanima emoções adormecidas e resgata a paixão pela vida. A todos, o circo apaixona. Há vinte e um anos na estrada, o Grande Circo Popular do Brasil, criado pelo ator Marcos Frota, percorre o país levando autêntica alegria, que extrapola o picadeiro e se ramifica nas comunidades através de programas sociais e educacionais. Acreditamos neste universo de possibilidades. Um novo olhar atravessa o picadeiro e recoloca o circo ao lado dos outros segmentos artísticos, discutindo a cultura e a arte brasileira através de diversas proposições e realizações:
Conheça mais sobre o circo show de Marcos Frota clicando aqui.

Qual é a origem do circo?

Dos chineses aos gregos, dos egípcios aos indianos, quase todas as civilizações antigas já praticavam algum tipo de arte circense há pelo menos 4 000 anos - mas o circo como o conhecemos hoje só começou a tomar forma durante o Império Romano. O primeiro a se tornar famoso foi o Circus Maximus, que teria sido inaugurado no século VI a.C., com capacidade para 150 000 pessoas. A atração principal eram as corridas de carruagens, mas, com o tempo, foram acrescentadas as lutas de gladiadores, as apresentações de animais selvagens e de pessoas com habilidades incomuns, como engolidores de fogo. Destruído por um grande incêndio, esse anfiteatro foi substituído, em 40 a.C., pelo Coliseu, cujas ruínas até hoje compõem o cartão postal número um de Roma.
Com o fim do império dos Césares e o início da era medieval, artistas populares passaram a improvisar suas apresentações em praças públicas, feiras e entradas de igrejas. "Nasciam assim as famílias de saltimbancos, que viajavam de cidade em cidade para apresentar seus números cômicos, de pirofagia, malabarismo, dança e teatro", afirma Luiz Rodrigues Monteiro, professor de Artes Cênicas e Técnicas Circenses da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Tudo isso, porém, não passa de uma pré-história das artes circenses, porque foi só na Inglaterra do século XVIII que surgiu o circo moderno, com seu picadeiro circular e a reunião das atrações que compõem o espetáculo ainda hoje. Cavaleiro de 1 001 habilidades, o ex-militar inglês Philip Astley inaugurou, em 1768, em Londres, o Royal Amphitheatre of Arts (Anfiteatro Real das Artes), para exibições eqüestres. Para quebrar a seriedade das apresentações, alternou números com palhaços e todo tipo de acrobata e malabarista. Continue lendo clicando aqui.

Já falei em palhaço no post O corpo que habita um palhaço - Cine Roxy. Os palhaços aqui expostos são do artista Guima, como é conhecido, é o artesão dos palhaços. Natural do Rio Grande do Norte e pernambucano de coração há 20 anos, encontrou no personagem circense a fonte de inspiração, renda e diversão. O artesão potiguar Guimarães Bezerra, de Cerro Corá, cismou com uma encomenda que mudaria radicalmente seu destino profissional: fazer um São Francisco de barro com cara de palhaço. Neto de artesã índia e avô marceneiro, Guima resolveu pedir conselhos a um religioso antes de produzir a peça e ouviu o que precisava – o frade italiano é visto pelos católicos como o santo da alegria e o trabalho não seria visto como pecado. Continue lendo e conhecendo a arte de Guima clicando aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assunto relacionado:
O corpo que habita um palhaço - Cine Roxy

Fontes:
http://www.infoescola.com/artes-cenicas/historia-do-circo/
http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-e-a-origem-do-circo
http://marcosfrotacircoshow.com.br/o-circo/
http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/suplementos/jc-mais/noticia/2014/09/21/aquele-cara-dos-palhacos-146621.php
http://tribunadonorte.com.br/noticia/santo-palhaco/241645
http://mais.uol.com.br/view/d8jffen5kcf9/guima-artesao-dos-palhacos-04020D193368C0915326?types=A&

 

Comentários  

 
0 #1 2015-05-31 14:09
Sônia, desculpe a demora em responder seu email, estava pelo interior do estado e basicamente, sem internet.
Eu não sabia que o artista Guima era do Rio Grande do Norte. Chegue a ver algumas de suas obras em Pernambuco e numa exposição numa lojinha na Praia do Jacaré em João Pessoa. Muito legal essa postagem sobre o circo e os palhaços! Muito grato a você por sempre me acompanhar e vistar meu blog.
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